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As regras do jogo mudaram no varejo, aponta consultoria

As regras do jogo mudaram e as maiores empresas de varejo do mundo estão ameaçadas, segundo o estudo da consultoria Bain & Company. A pesquisa concluiu que as varejistas nos Estados Unidos responsáveis por quase 30% dos lucros e 40% das vendas do setor estão atualmente em risco de serem comprados por competidores ou falirem, a menos que possam lidar com suas deficiências em escala, inovação e compreensão do consumidor orientada por dados. Gigantes, como a americana Amazon e a chinesa Alibaba, podem mudar o cenário, tanto pelo impacto da tecnologia quanto pela capacidade de investimento e de comprar participação de mercado.

*Texto com informações publicada na Exame.

** Foto: Reuters.

Amazon lança Alexa e dispositivos Echo no Brasil

A Amazon lançou nesta quinta-feira (3) a assistente de voz Alexa no Brasil, em conjunto com os dois automatizadores de residência da linha Echo. Os aparelhos estão em pré-venda e serão enviados aos usuários no dia 8 de outubro.

A Alexa é o nome da inteligência artificial que permite que o Echo consiga responder perguntas e conectar objetos inteligentes de parceiros da Amazon. Também é possível usar o aparelho para outras funcionalidades, como ouvir notícias, pedir táxi pelo aplicativo preferido ou saber como foi o jogo do seu time.

A empresa é a primeira grande de tecnologia a trazer para o país hardware próprio voltado para residências. Embora Google e Apple já tenham aparelhos desse tipo, eles não estão disponíveis no Brasil.

*Trechos da matéria publicada no “G1”.

**Foto: Thiago Lavado/G1.

80% das pessoas já viram discriminação no trabalho, diz pesquisa

Uma pesquisa feita com mais de 18 mil pessoas revela que a proporção de pessoas que dizem já ter visto ou vivenciado discriminação no trabalho é de 80%. O levantamento foi feito pela Kantar com trabalhadores de 24 setores diferentes em 14 países – incluindo o Brasil.

O estudo apresenta os dados divididos por gênero, orientação sexual e etnia. Entre as mulheres, 27% apontam que foram induzidas a sentir que não pertenciam ao seu local de trabalho. Já a proporção das que acreditam que ganham menos que colegas homens em posições semelhantes é de 20%.

Entre os trabalhadores LGBTQ+ ouvidos pela pesquisa, 24% dizem ter sofrido bullying no trabalho no ano passado. Além disso, 36% acreditam ter enfrentado obstáculos em termos de ascensão profissional devido à sua orientação sexual.

Já na divisão por etnia, os dados mostram que 11% que se identificam como minoria acreditam que são tratados de forma muito diferente no trabalho por causa de sua etnia.

Apesar do grande número de trabalhadores que vivenciaram ou viram casos de discriminação no ambiente de trabalho, apenas 1 em cada 3 pessoas dizem se sentir encorajados a levar o assunto ao departamento de Recursos Humanos (RH).

*Texto com informações publicadas no site “G1”.

**Foto: autoria desconhecida.