Empresas deixam de ganhar R$ 230 milhões por ano com improdutividade

PC_29_03_2019

De acordo com uma pesquisa, publicada no começo de 2019 pela empresa Levee, as 500 maiores empresas do Brasil deixam de ganhar R$ 230 milhões por ano com improdutividade em suas operações.

Ainda segundo o estudo, que levou em conta os dados operacionais, alguns fatores ajudam a corroer o lucro do negócio, como a alta rotatividade de funcionários, faltas e/ou atrasos no serviço, distância entre casa e trabalho e tempo e/ou custo de reposição de funcionários.

Texto escrito com base nas informações da matéria publicada na Exame /// Imagem: autor desconhecido. /// Montagem, edição e texto: EPG Consultoria /// *Proibido a cópia, total ou parcial, do conteúdo sem o consentimento prévio e expresso do autor. /// #Improdutividade #prejuízo #gestãodepessoas #Brasil #gestãoempresarial #consultoria #consultoriaempresarial #gestãopme #consultoriapme #microempresa #empresadepequenoporte #empreender

Apenas no Estado de SP famílias fecham o mês no azul

PC 25032019

Como está a sua vida financeira? Fecha o mês no vermelho ou no azul?

/// Montagem, edição e texto: EPG Consultoria /// *Proibido a cópia, total ou parcial, do conteúdo sem o consentimento prévio e expresso do autor. /// #planejamento #planejamentofinanceiro#consultoriapessoal #Brasil #gestãoempresarial #consultoria #consultoriaempresarial #gestãopme#consultoriapme #microempresa #empresasdepequenoporte #empreender

Bancos retomaram 70 mil imóveis por falta de pagamento desde 2014

*Título e conteúdo retirado da matéria escrita por Fernando Nakagawa, do O Estado de S.Paulo. Foto no destaque: Nilton Fukuda/Estadão

Com a alta inadimplência nos financiamentos imobiliários provocada pela crise econômica, o número de imóveis retomados pelos bancos disparou nos últimos anos. Desde o início de 2014, as cinco maiores instituições financeiras do País retomaram R$ 11,5 bilhões em imóveis por falta de pagamento. O setor estima que essa cifra corresponde a cerca de 70 mil casas e apartamentos.

A inadimplência cresceu à medida que a crise elevou o desemprego e reduziu a capacidade financeira das famílias. Atualmente, os cinco maiores bancos têm o volume recorde de R$ 13,7 bilhões em imóveis à espera de um interessado – incluindo as unidades que já estavam no estoque –, cifra que cresceu 745% em quatro anos e meio.

Números nos balanços do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander revelam que, juntas, as instituições tiveram aumento médio de quase R$ 2 bilhões no volume de imóveis retomados a cada ano entre 2014 e o ano passado. O ritmo continua forte em 2018 e, em apenas seis meses, bancos tomaram mais R$ 1,48 bilhão em casas e apartamentos de inadimplentes.

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Comentário

O sonho da casa nova pode se tornar um pesadelo quando a capacidade financeira diminui e isso é exatamente o que está acontecendo com milhares de famílias no Brasil. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta última quinta (30), 12,9 milhões de brasileiros estão desempregados.

São nesses momentos que muitas pessoas sentem a falta de ter uma reserva financeira para emergências, evitando, por exemplo, que o imóvel seja tomado por falta de pagamento ou que qualquer outra dívida vire uma bola de neve. 

Por isso, é muito importante que cada um procure, da melhor forma possível, se organizar financeiramente para situações emergenciais.

Marcelo Nieves Ribeiro