Microempreendedores individuais já são mais de 8 milhões em todo o Brasil

Foto: Cristina Quicler/AFP

Ser dono do próprio negócio é um sonho antigo para uma grande parcela da população brasileira. Nos últimos anos, as turbulências na economia e a consequente dificuldade no mercado de trabalho levaram milhões de trabalhadores — uns por opção, outros por pura necessidade — a antecipar a realização de projetos e a se tornar patrões de si mesmos.

Os números revelam com clareza esse movimento. De acordo com dados do governo federal, publicados no Portal do Empreendedor, o contingente de microempreendedores individuais (MEIs) no país ultrapassou neste ano a marca de 8 milhões, fechando março com 8.154.678 cadastros. Nos últimos cinco anos, um período de grandes dificuldades na economia, o número de MEIs no país cresceu mais de 120%. Já no primeiro trimestre do ano, o Brasil ganhou 379 mil novos microempreendedores individuais.

“Abrir uma empresa e empreender é o caminho natural para quem possui qualificação, mas que tem encontrado barreiras de recolocação no mercado de trabalho formal”, afirma o diretor de finanças do Sebrae-SP, Dario Bassi Rambelli.

A onda de novos microempresários formais deve ganhar mais força neste ano, segundo Rambelli. Projeções do Sebrae, com base nas estatísticas de outros períodos do Brasil, mostram que, como o emprego formal é um dos primeiros a entrar na crise e um dos últimos a sair, a tendência é de alta no número de MEIs neste ano e em 2020. “Mesmo que haja uma recuperação do mercado de trabalho, aqueles microempreendedores que se estabilizarem com o próprio negócio tendem a ser tornar empregadores em vez de funcionários novamente”, diz o economista Marcos de Castro, da Fundação Getulio Vargas.

*Trechos da matéria publicada no Correio Braziliense. Clique aqui e leia a notícia completa.

Economia parada deixa brasileiro refém das dívidas

Em abril de 2019, 63,2 milhões de brasileiros estavam com dívidas atrasadas, de acordo com as informações divulgadas pela Serasa Experian, empresa especializada em dados financeiros e de crédito. É o maior número de inadimplentes desde o início da série iniciada em março de 2016.

“Começamos a observar uma mudança de tendência da trajetória da inadimplência”, afirma o economista Flávio Calife, da Boa Vista, que prevê um aumento do número de pessoas com dívidas por causa da situação da economia do país.

Texto escrito com base nas informações da matéria publicada no Estadão. /// Imagem: autoria desconhecida. /// Montagem, edição e texto: EPG Consultoria ///

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Empresas deixam de ganhar R$ 230 milhões por ano com improdutividade

PC_29_03_2019

De acordo com uma pesquisa, publicada no começo de 2019 pela empresa Levee, as 500 maiores empresas do Brasil deixam de ganhar R$ 230 milhões por ano com improdutividade em suas operações.

Ainda segundo o estudo, que levou em conta os dados operacionais, alguns fatores ajudam a corroer o lucro do negócio, como a alta rotatividade de funcionários, faltas e/ou atrasos no serviço, distância entre casa e trabalho e tempo e/ou custo de reposição de funcionários.

Texto escrito com base nas informações da matéria publicada na Exame /// Imagem: autor desconhecido. /// Montagem, edição e texto: EPG Consultoria /// *Proibido a cópia, total ou parcial, do conteúdo sem o consentimento prévio e expresso do autor. /// #Improdutividade #prejuízo #gestãodepessoas #Brasil #gestãoempresarial #consultoria #consultoriaempresarial #gestãopme #consultoriapme #microempresa #empresadepequenoporte #empreender