Apenas no Estado de SP famílias fecham o mês no azul

PC 25032019

Como está a sua vida financeira? Fecha o mês no vermelho ou no azul?

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Bancos retomaram 70 mil imóveis por falta de pagamento desde 2014

*Título e conteúdo retirado da matéria escrita por Fernando Nakagawa, do O Estado de S.Paulo. Foto no destaque: Nilton Fukuda/Estadão

Com a alta inadimplência nos financiamentos imobiliários provocada pela crise econômica, o número de imóveis retomados pelos bancos disparou nos últimos anos. Desde o início de 2014, as cinco maiores instituições financeiras do País retomaram R$ 11,5 bilhões em imóveis por falta de pagamento. O setor estima que essa cifra corresponde a cerca de 70 mil casas e apartamentos.

A inadimplência cresceu à medida que a crise elevou o desemprego e reduziu a capacidade financeira das famílias. Atualmente, os cinco maiores bancos têm o volume recorde de R$ 13,7 bilhões em imóveis à espera de um interessado – incluindo as unidades que já estavam no estoque –, cifra que cresceu 745% em quatro anos e meio.

Números nos balanços do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander revelam que, juntas, as instituições tiveram aumento médio de quase R$ 2 bilhões no volume de imóveis retomados a cada ano entre 2014 e o ano passado. O ritmo continua forte em 2018 e, em apenas seis meses, bancos tomaram mais R$ 1,48 bilhão em casas e apartamentos de inadimplentes.

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Comentário

O sonho da casa nova pode se tornar um pesadelo quando a capacidade financeira diminui e isso é exatamente o que está acontecendo com milhares de famílias no Brasil. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta última quinta (30), 12,9 milhões de brasileiros estão desempregados.

São nesses momentos que muitas pessoas sentem a falta de ter uma reserva financeira para emergências, evitando, por exemplo, que o imóvel seja tomado por falta de pagamento ou que qualquer outra dívida vire uma bola de neve. 

Por isso, é muito importante que cada um procure, da melhor forma possível, se organizar financeiramente para situações emergenciais.

Marcelo Nieves Ribeiro

Lei de proteção de dados vai mudar a forma do uso de informações pessoais

Nesta última terça (14), o presidente da República, Michel Temer, sancionou a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que entrará em vigor a partir de fevereiro de 2020. O texto, aprovado em julho pelo Senado, regulamenta como as empresas e os órgãos públicos podem coletar e usar as informações pessoais, como nome, endereço, estado civil, e-mail e situação patrimonial.

O texto original previa a criação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão responsável pela fiscalização e aplicação de multas em caso de infrações. Michel Temer, no entanto, vetou os artigos sobre o órgão. De acordo com o próprio governo, a agência deverá ser criada via medida provisória.

Principais novidades da lei

  • Além de explicar o motivo, empresas e órgãos do governo precisam do consentimento explícito do usuário para coletar e usar os dados pessoais.
  • Por meio de uma solicitação, o usuário tem o direito de saber quais informações pessoais estão armazenadas.
  • Após o término do contrato entre a empresa e o usuário, os dados armazenados precisam ser obrigatoriamente excluídos.

 

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Comentário

Apesar de entrar em vigor apenas em fevereiro de 2020, as empresas e os órgãos públicos já devem começar o processo de adequação para o cumprimento das regras da coleta e do uso dos dados pessoais. 

Além de evitar possíveis punições, que vão desde advertência até multa diária de no máximo R$ 50.000.000,00, as empresas melhoram positivamente a sua imagem com o público de forma geral ao adotar medidas que respeitem os direitos fundamentais da liberdade e privacidade. Por outro lado, a empresa que não respeitar a Lei 13.709/2018 deverá perder espaço no mercado para outra que seja mais transparente e confiável. 

Marcelo Nieves Ribeiro