Facebook permitirá o controle de dados pessoais retirados de sites

O Facebook informou nesta última terça-feira (20) que está aprimorando suas políticas para permitir que usuários vejam e controlem os dados que outros sites e aplicativos compartilham com a rede social para melhorar os anúncios direcionados.

A empresa define os dados, por exemplo, quando um site de venda de roupas compartilha informações com o Facebook sobre a atividade de navegação de um usuário, como “Atividade fora do Facebook”.

“Estamos começando a disponibilizar gradualmente a atividade fora do Facebook para pessoas na Irlanda, na Coreia do Sul e na Espanha”, disseram executivos do Facebook em um post.

*Trecho da matéria publicada no “Estadão”.

**Ilustração: Dado Ruvic/Reuters.

Facebook admite que ouviu e transcreveu áudio de usuários

Facebook admitiu, nesta última terça-feira (13), que pagou profissionais para transcrevem os áudios enviados pelos usuários de seus serviços. Segundo a agência de notícias Bloomberg os contratados escutavam todo o tipo de conversa, mesmo sem informações sobre como os áudios foram obtidos e onde foram gravados. Após polêmicas envolvendo Siri e Alexa, assistentes virtuais do iPhone e do Amazon Echo, o programa teria parado.

O Facebook, porém, alegou que os usuários que tiveram suas conversas invadidas foram, unicamente, aqueles que optaram, no aplicativo Messenger, por terem seus áudios transcritos. Por isso, o objetivo seria certificar que o software era capaz de interpretar de forma correta as palavras. Apesar disso, o porta-voz garantiu o anonimato dos usuários.

*Trechos da matéria publicada no “G1”.

**Ilustração: Jaap Arriens/NurPhoto/Getty Images

Vazamento de informação é incidente comum entre empresas brasileiras

De 2014 a 2018, o vazamento de informação foi o incidente mais ocorrido nas empresas brasileiras, de acordo com um levantamento inédito realizado pela consultoria de ética e compliance ICTS Protiviti. Dos 32 mil incidentes analisados, 70% equivale à exposição indevida de dados sensíveis e confidenciais.

O índice foi extraído de uma base formada por empresas monitoradas pela consultoria, que realiza serviços de análise de risco a partir do monitoramento do tráfego de informações em e-mails, desktops, laptops, celulares corporativos e publicações nas redes sociais.

O tipo de informação mais vazada neste período foi de processos operacionais, que compõem informações confidencias como estratégias e regras de negócios da empresa, representando 25% do total de incidentes nesta categoria. Em seguida, com 15,61%, aparece a violação de dados cadastrais de clientes, tais como números do CPF, RG, endereço residencial e renda. Já a divulgação de salários foi a terceira situação mais vazada, representando 11,01% dos casos.