Poluição por plástico nos oceanos gera perdas de R$ 9,5 trilhões

Estudo publicado recentemente pelo Marine Pollution Bulletin aponta que a poluição plástica dos oceanos custa anualmente cerca de US$ 2,5 trilhões, o equivalente a R$ 9,5 trilhões. A pesquisa estima que 8 milhões de toneladas de resíduos são despejadas irregularmente nos mares de todo o mundo a cada ano.

A poluição dos mares afeta diferentes setores da economia, como as indústrias de turismo, transporte e pesca, além de acelerar e intensificar os efeitos das mudanças climáticas e a trazer prejuízos para a saúde da população mundial.

*Foto: AFP.

Moeda digital soberana da China está ‘quase pronta’

O banco central da China “está quase pronto” para emitir a própria moeda digital do país, afirmou um representante da autoridade monetária. Mu Changchun, vice-diretor do departamento de pagamentos do Banco Popular da China, fez o comentário no sábado, durante um fórum realizado na província de Heilongjiang, no norte do país.

O banco central da China montou uma equipe de pesquisa em 2014 para explorar a possibilidade de lançar sua própria moeda digital para reduzir custos da circulação de papel moeda e melhorar o controle da autoridade monetária sobre a oferta de dinheiro. O banco central até agora divulgou apenas alguns detalhes sobre o projeto.

Mu afirmou que a emissão da moeda digital vai ser baseada em um sistema de dois níveis no qual tanto o banco central quanto as instituições financeiras serão emissores legítimos da moeda.

*Trechos da matéria publicada no “Estadão”.

**Foto: Dado Ruvic/REUTERS

Micro e pequena indústria paulista tem alto patamar de inadimplência

Com alto patamar de inadimplência, a micro e pequena indústria do Estado de São Paulo reporta ausência de medidas de impacto para reaquecer a economia e melhorar demanda no curto prazo.

“De abril para maio, a inadimplência subiu de 34% para 44%. Em junho, houve um pequeno recuo para 42%. Também chama atenção que 25% das empresas estão usando cheque especial, o que deve agravar mais ainda a situação”, apontou o presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi), Joseph Couri.

Os dados são referentes ao indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo de junho, encomendado pelo Simpi. O levantamento mostra que 25% das empresas tomaram calotes que representam até 15% do faturamento. “Você tem inadimplência nas duas pontas, no recebimento e no pagamento”, destaca Couri.

Entre maio e junho, o Índice de Satisfação das MPI’s, que contempla satisfação geral com o negócio, satisfação com o faturamento e satisfação com o lucro, passou de 104 para 103 pontos. O índice no mesmo período de 2018 era de 89 pontos, mas foi registrado sob impacto da paralisação dos caminhoneiros.

O dirigente assinala que há um cenário de fechamento de empresas, desemprego, dificuldade de crédito e inadimplência elevada, que configuram um ciclo recessivo. “Há uma tentativa do governo federal de tomar medidas para aquecer a economia, mas nada de impacto. Mesmo se ocorrer alguma iniciativa do tipo, demoraria de três a quatro meses para chegar à ponta. Assim, não deveremos ver uma mudança profunda de cenário nesse ano.”

*Trechos da matéria publicada no “DCI”.

**Foto: Agência Brasil.