Pesquisa aponta que flexibilidade no trabalho é fator decisivo para 83% dos profissionais

De acordo com uma pesquisa, realizada pelo International Workplace Group (IWG), 83% dos entrevistados afirmaram que a flexibilidade é ponto fundamental no momento de escolher ou aceitar uma proposta de emprego. O questionário foi aplicado em 15 mil pessoas de 80 países, incluído o Brasil.

“Startups e empresas brigam por talentos, mas, como startups costumam oferecer ambientes de trabalho e horários mais flexíveis, as empresas têm buscado se aprimorar nisso”, aponta Tiago Alves, CEO do IWG no Brasil.

Além de reter ou atrair talentos, muitas empresas “tradicionais” estão adotando práticas de flexibilização para aumentar a eficiência dos seus colaboradores. “Tinha uma época em que o funcionário era interpretado como uma pessoa que não produzia, mas, embora hoje ainda haja preconceito com essa modalidade, a sociedade está mudando e hoje as empresas remuneram por produtividade”, afirma Tiago Alves.

Texto escrito com base nas informações da matéria publicada no jornal Estado de São Paulo. /// Imagem: autor (a) desconhecido (a). /// Montagem, edição e texto: EPG Consultoria ///

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Empresas deixam de ganhar R$ 230 milhões por ano com improdutividade

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De acordo com uma pesquisa, publicada no começo de 2019 pela empresa Levee, as 500 maiores empresas do Brasil deixam de ganhar R$ 230 milhões por ano com improdutividade em suas operações.

Ainda segundo o estudo, que levou em conta os dados operacionais, alguns fatores ajudam a corroer o lucro do negócio, como a alta rotatividade de funcionários, faltas e/ou atrasos no serviço, distância entre casa e trabalho e tempo e/ou custo de reposição de funcionários.

Texto escrito com base nas informações da matéria publicada na Exame /// Imagem: autor desconhecido. /// Montagem, edição e texto: EPG Consultoria /// *Proibido a cópia, total ou parcial, do conteúdo sem o consentimento prévio e expresso do autor. /// #Improdutividade #prejuízo #gestãodepessoas #Brasil #gestãoempresarial #consultoria #consultoriaempresarial #gestãopme #consultoriapme #microempresa #empresadepequenoporte #empreender

Pesquisa mostra insatisfação dos brasileiros com o SAC

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Foto por Tim Gouw em Pexels.com

Recentemente, uma pesquisa, realizada em parceria pelo grupo Opinium e a Zendesk, ouviu 1500 pessoas de todas a regiões do Brasil sobre o atendimento ao cliente. De acordo com o resultado desse levantamento, mais de 1/3 dos entrevistados acham que uma das situações mais desagradáveis do cotidiano é falar com o serviço de atendimento ao consumidor (SAC).

“Isso mostra que o setor de atendimento ao cliente ainda tem mais oportunidades no Brasil. O grande desafio para as empresas é repensar a sua cultura e colocar o cliente no centro de suas operações”, diz Tatiana Piloto, diretora geral da Zendesk no Brasil, em entrevista para a revista Exame.

Essa pesquisa demonstra a insatisfação de muitos brasileiros com o serviço de pós-venda de diversas empresas. Para mudar o cenário atual, é fundamental identificar corretamente os erros. Após esse passo inicial, as possíveis soluções devem ser profundamente analisadas tanto na teoria quanto na prática, além da busca constante pela melhoria do processo.