Pesquisa diz que 43% não passam do período de experiência

Conseguir o primeiro emprego nem sempre significa participação duradoura no mercado de trabalho. Pesquisa da consultoria IDados mostra que o trabalhador iniciante fica, em média, quatro meses na empresa contratante. Praticamente o tempo do contrato de experiência, determinado pela legislação brasileira, de três meses. De acordo com o levantamento, quase metade é desligada depois do período de teste.

A pesquisadora e economista Thaís Barcellos, responsável pelo levantamento, afirma que as demissões logo depois do período de experiência ocorrem principalmente por falta de treinamento. “Os empregadores não têm essa cultura de treinar o empregado, que chega despreparado por ser o primeiro emprego. Durante a crise, com mão de obra disponível, o empregador demite o recém-contratado porque acha que consegue achar alguém mais treinado”, explica. Segundo ela, o desligamento precoce é, em parte, benéfico ao contratante, já que ao demitir neste período, o ônus é muito menor.

De acordo com o levantamento da IData, em 2015, aproximadamente um terço dos desligamentos de primeiro emprego ocorreu pelo fim desse contrato de 90 dias. O saldo subiu para 48,3% em 2017. “No período de teste, assim que o empregador vê que o funcionário não vai dar a resposta que ele precisa, o manda embora e procura outro. É uma questão de mercado. Se não houvesse uma oferta tão grande de mão de obra desqualificada, talvez isso não fosse tão frequente”, justifica Marques.

Débora Dorneles, professora do Departamento de Administração da UnB, explica que as demissões precoces ocorrem porque muitas empresas “não se preocupam em fazer uma seleção efetiva”. Na opinião dela, a rápida saída do empregado e a alta rotatividade não beneficia ninguém. “Isso é negativo, porque a empresa perde tempo, por estar com uma pessoa que não funciona, além de impactar a sociedade, ao desempregar um indivíduo que estava esperançoso pelo primeiro emprego”, diz.

*Trechos da matéria publicada pelo Correio Braziliense. Clique aqui e leia a notícia completa.

Consultoria empresarial: benefícios para PME

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Orçamento. Plano de negócios. Análise de demonstrativos financeiros. Marketing. Comunicação. Gestão de pessoas. Essas são apenas algumas das ferramentas/técnicas/temas que auxiliam o(a) empreendedor(a) na administração de uma empresa.

Nas empresas de grande porte, que, geralmente, possuem muitos recursos financeiros, os empresários contratam profissionais especializados para cuidar de cada área. E as pequenas e médias empresas?

Uma das opções viáveis para esses empreendedores é contratar um consultor especializado em gestão empresarial. Atualmente, existem várias empresas e profissionais que oferecerem esse serviço no Brasil. Logo abaixo, listei alguns benefícios de contar com esse auxílio.

Benefícios de ter um consultor de gestão empresarial

Formação profissional: geralmente, as pessoas que oferecem consultoria de gestão empresarial possuem conhecimentos técnicos conquistados ao longo da sua formação, como graduações e especializações, que são fundamentais para administrar uma empresa.

Experiência: o profissional que atua como consultor tem uma visão mais ampla dos desafios de gerenciar uma empresa, baseado nas experiências vividas ao ao longo do tempo.

Neutralidade: por não fazer parte da estrutura da empresa, o consultor externo não sofrerá influência ao elaborar relatórios e indicar ações, visando apenas os objetivos estipulados pelo empresário.