Rede Giraffas troca 120 lojas de lugar para conseguir voltar a crescer

Há três anos, a rede Giraffas teve de parar para organizar a casa. Ao olhar suas 400 lojas espalhadas pelo País, a empresa percebeu que algo não estava certo: havia muitas unidades com resultado abaixo do esperado. Foi preciso fazer um trabalho de “formiguinha”, segundo o fundador, Carlos Guerra. Só assim seria possível separar os pontos que deveriam permanecer abertos dos que deveriam ser abandonados. De 2016 para cá, a rede só abriu lojas à medida que fechava operações deficitárias.

O aumento no número de lojas deverá ocorrer na esteira de uma série de mudanças. Entre elas, a modificação do cardápio – para dar mais ênfase aos pratos completos e elevar o valor médio pago por cliente para R$ 28 – e a escolha de novos pontos com maior fluxo de pessoas.

O resultado das mudanças deve aparecer na linha da receita em 2019. No ano passado, o Giraffas teve faturamento de R$ 675 milhões. Agora, projeta crescimento acima da inflação – e do resto do setor –, para R$ 740 milhões (um avanço de quase 10%).

Caso se confirme, o resultado será o suficiente para o Giraffas colocar o pé mais fundo no acelerador ao longo do ano que vem. Dependendo do comportamento da economia, a companhia deverá fechar 2020 com um total de 440 a 450 lojas.

*Trechos da matéria publicada no “Estadão”.

**Foto: autoria desconhecida.

FitDance explode em academias com coreografias para músicas

À primeira vista, entender a FitDance parece simples: um grupo de pessoas, com roupas coloridas, dançando músicas que estão nas paradas mundiais de sucesso em vídeos na internet. Tem quem assista em casa e pratique os passinhos na frente do espelho e também os que aprendem as “sarradas” com um instrutor de academia. Grosso modo, a FitDance ensina coreografias – mas nas mãos dos irmãos baianos Bruno Duarte, de 37 anos, e Fabio, 39, dançar virou negócio.

Apesar do nome “fit”, o propósito não é emagrecer. “A metodologia é feita para você se encaixar na dança, daí o ‘fit’, e gerar felicidade. O resto é colateral”, diz Fabio. “Lá atrás, recebemos muitos insights de que a dança tinha um poder e um valor gigantescos, mas quem a representava vivia o problema de não ser valorizado, ela não era considerada uma profissão”, completa Bruno.

O negócio começou em 2014 para capacitar instrutores de dança e, hoje, são 5.000 treinamentos presenciais por ano pelo mundo. São cinco anos de estrada e os números são todos superlativos: o programa já formou 8.000 instrutores e está presente em 15 mil academias de cinco países – além do Brasil, Argentina, México, Chile e Paraguai, com abertura em Portugal prevista para outubro. A meta é chegar a 10 países no próximo ano. Na internet, apenas nos últimos 90 dias, a FitDance alcançou mais de 60 milhões de visitantes únicos com seus vídeos, que já contabilizam quase 5 bilhões de visualizações desde a criação da empresa – 30% da audiência é de fora do país.

*Trechos da matéria publicada no “Estadão”.

**Foto: divulgação.

Mercado Livre anuncia parceria com Azul para realizar entregas em todo o País

Os cofundadores do Mercado Livre, Stelleo Tolda e Marcos Galperin, e o presidente da Azul, John Rodgerson, anunciaram uma parceria entre as duas empresas para realizar entregas de produtos por via aérea em todo o Brasil.

O presidente da Azul, John Rodgerson, afirmou que a empresa aérea fará um investimento superior a US$ 5 bilhões para realizar as entregas. “Temos que acompanhar o crescimento do Mercado Livre. Vamos investir pesado na empresa para realizar as entregas. Essa parceria é só o começo”, disse Rodgerson.

Em coletiva durante o evento Mercado Livre Experience, em São Paulo, os empresários disseram que, inicialmente, as operações deverão ocorrer em 16 capitais – mas não especificaram quais. Segundo os empresários, as entregas serão feitas em 1 dia, modelo conhecido como Next Day.

“A gente começa a democratizar cada vez mais os serviços de entrega em 1 dia, que são muito concentrados em São Paulo e Rio de Janeiro”, afirmou o cofundador do Mercado Livre, Stelleo Tolda. “O futuro é a entrega Next Day e a Azul vai ser parte importante desse processo”, acrescentou Tolda.

*Trechos da matéria publicada no “Isto É Dinheiro”.

**Foto: divulgação.