Credores da Saraiva aprovam plano de recuperação com troca de comando

A rede de livrarias Saraiva fechou acordo com seus credores no âmbito de sua recuperação judicial, em assembleia realizada nesta quinta-feira, 29. A empresa, que tinha dívidas de R$ 674 milhões em novembro de 2018, quando solicitou a proteção da Justiça para renegociar seus débitos, concordou com a pressão das editoras para mudar sua gestão.

Agora, será formado um novo conselho de administração, com cinco membros, sendo dois da família que dá nome à rede de livrarias. As partes também concordaram que vão buscar um executivo de mercado para comandar a companhia.

Para garantir o fluxo de novos livros, a Saraiva vai reduzir em 40% os valores das dívidas com as editoras – desde que essas empresas continuem a fornecer produtos mediante crédito. Os 60% dos débitos serão pagos, nesse caso, em até 15 anos. Para os credores quirografários, que não têm garantia real (que inclui as editoras), o desconto aplicado será de 95%, com 15 anos para receber os 5%.

*Trechos da matéria publicada no “Estadão”.

**Foto: divulgação.

Magazine Luiza começa a vender livros em loja virtual

Nesta última segunda (23), o Magazine Luiza anunciou que entrará no mercado online de venda de livros físicos, que podem ser retirados nas lojas da rede de varejo. De acordo com informações divulgadas pela empresa, apenas 10% das cidades do Brasil tem pontos de venda físicos para compra de livros.

“Há um número muito pequeno de livrarias, que infelizmente está diminuindo. O varejo tem dificuldade de sustentar frete grátis por livros serem produtos de preço muito baixo. Nas nossas conversas com as editoras, vimos que há demanda reprimida para livros, em função da má distribuição”, disse, em comunicado, o diretor executivo de comércio eletrônico, Eduardo Galanternic.


/// Texto escrito com base nas informações da matéria publicada no jornal Estado de São Paulo. /// Imagem: foto de divulgação. /// Montagem, edição e texto: EPG Consultoria ///

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Uma das maiores exportadoras de café do Brasil pede recuperação judicial

PC_12_04_2019A Terra Forte, responsável por exportar, em média, 2,5 milhões de sacas de café por ano, anunciou nesta última quarta, 10, que entrou em recuperação judicial. Associada ao Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé), a empresa, reconhecida internacionalmente, tem sede em São João da Boa Vista (SP) e conta com instalações em Poços de Caldas (MG) e Santos (SP).

Segundo Alexandre Faro, advogado responsável pela recuperação judicial, “a empresa passou a ter uma estrutura de endividamento que não cabia mais em seu caixa”. Basicamente, são dois fatores responsáveis pela atual situação financeira: dívida da companhia atrelada ao dólar e queda dos preços de venda do café por causa da maior oferta do produto.

De acordo com o Alexandre, o primeiro passo do plano de recuperação é buscar um investidor para injetar cerca de 60 milhões de capital de giro na empresa.

/// Texto escrito com base nas informações da matéria publicada no jornal Estado de São Paulo. /// Imagem: Alex Silva, do Estadão. /// Montagem, edição e texto: EPG Consultoria /// *Proibido a cópia, total ou parcial, do conteúdo sem o consentimento prévio e expresso do autor. /// #café #exportação #recuperaçãojudicial #gestão #gestãoempresarial #consultoria #consultoriaempresarial #gestãopme #consultoriapme